sexta-feira, 1 de junho de 2012

WORKSHOP: Powerlifting & Levantamento Básico 2012


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Após cancelar luta com Wanderlei, Belfort lançará livro motivacional

Foto: Divulgação
Enquanto se recupera de uma fratura na mão esquerda - que inclusive precisou de cirurgia para ser corrigida -, Vitor Belfort apresentará nas próximas semanas a sua primeira incursão na literatura.
 
Com a revanche contra Wanderlei Silva cancelada por causa da lesão, o lutador carioca do UFC aproveitará para lançar um livro motivacional, que contará experiências marcantes de sua vida dentro e fora do octógono.
 
Com previsão de lançamento ainda para este mês de junho, Vitor Belfort: Lições de Garra, Fé e Sucesso não será uma biografia.
 
A intenção do lutador carioca, que também é um dos treinadores do reality show The Ultimate Fighter (TUF) Brasil, é inspirar leitores a buscarem o sucesso pessoal, assim como o ex-campeão do UFC fez em sua trajetória.

Apesar do caráter motivacional do livro, a publicação promete contar em detalhes episódios notórios da vida de Belfort, como o desaparecimento de sua irmã - que permanece com paradeiro desconhecido - em 2004, mesmo ano em que conseguiu o cinturão dos meio-pesados do UFC, se somando à conquista nos pesos pesados, confirmada no ano anterior.

Além disso, a vida pessoal do lutador também promete estar retratada na publicação, com destaque para o casamento com a ex-modelo Joana Belfort, com quem tem três filhos.

A luta cancelada marcaria a revanche do lutador carioca contra Wanderlei Silva, vencido por Belfort ainda em 1998, no UFC Brasil, em um combate memorável, que durou apenas 44 segundos.

O confronto também seria um duelo entre os dois treinadores do TUF Brasil. Sem Belfort, Wanderlei vai encarar no UFC 147, marcado para o próximo dia 23, em Belo Horizonte, o veterano americano Rich Franklin, de 37 anos.

Fonte: Terra

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Desafiado, Popó volta aos ringues para se despedir com vitória

Foto: Arquivo Pessoal
A carreira do tetracampeão mundial de Acelino "Popó" Freitas terminou com uma derrota diante do norte-americano Juan Diaz. Cinco anos depois de perder pela segunda vez em 40 combates, o baiano de 36 anos volta a subir no ringue às 23:00 Horas (de Brasília) deste domingo. Desafiado pelo jovem Michael Oliveira, 22, ele quer encerrar sua trajetória esportiva com um triunfo em Punta Del Este.

Afastado dos ringues desde 2007, o suplente Popó herdou uma vaga de deputado federal quatro anos depois e, a pedido do filho, chegou a marcar uma luta de despedida para o último dia 29 de outubro, com adversário indefinido. Diante do anúncio, Michael Oliveira, brasileiro radicado nos Estados Unidos, resolveu desafiar o baiano, que aceitou mediante o pagamento de uma bolsa de R$ 500 mil.

Ainda que tenha condicionado o duelo à premiação, Popó garante que sua meta é encerrar a carreira de forma vitoriosa. "Em cinco meses, tiro esse valor da luta. Se ficar sentado dentro de casa sem fazer nada, consigo o que vou ganhar no combate com os meus aluguéis. Vou ajudar muita gente com esse valor, mas, independentemente disso, o que importa é a vitória, como sempre", declarou.

O embate, com 10 assaltos pela categoria supermeio-médio (69,8kg), será realizado no Conrad Resort & Casino, no tradicional balneário uruguaio de Punta Del Este. Campeão entre os superpenas e leves, Popó não prevê qualquer tipo de problema na adaptação ao novo peso, já que no dia da luta em que foi campeão dos leves tinha entre 66kg e 67kg.

Na prepararação para o último combate de sua carreira, ele retomou a parceria com Ulysses Pereira, seu técnico por 11 anos e em três dos quatro títulos mundiais. Durante um período de aproximadamente seis meses, o baiano procurou conciliar a rotina de deputado federal com os treinamentos físicos e técnicos realizados em Brasília.

"Eu só teria meu desempenho influenciado nessa luta se não me preparasse. Parei de subir no ringue há cinco anos, mas não de treinar. Apesar de não lutar mais profissionalmente, continuei treinando todos os dias", garantiu Popó, que intensificou os trabalhos na semana que antecedeu o combate, principalmente na parte técnica.

Com apenas 22 anos, Michael Oliveira tem um cartel de 17 vitórias em 17 combates, 12 por nocaute, e detém o cinturão latino-americano do Conselho Mundial de Boxe na categoria super-médio (76,2kg).

Apesar das credenciais promissoras, o jovem treinado pelo cubano Orlando Cuellar, que também dirige o jamaicano Glen Johnson, ex-campeão mundial, ainda não enfrentou um adversário de peso na carreira.

Diante de Popó, inativo há cinco anos, Michael coloca sua forma física como um dos principais trunfos. Enquanto o ex-pugilista criado em um bairro pobre de Salvador tem origem humilde, o jovem, filho de empresários bem-sucedidos, emigrou para Miami 15 dias depois de nascer e, diante do tetracampeão mundial, tenta apagar a fama de "filhinho de papai".

"Muita gente acha que, se a sua família tem dinheiro, você não pode levar nada a sério. Eu tenho que mostrar duas vezes mais para acreditarem em mim", disse Michael, influenciado a gostar de boxe pelo avô, que chegou a treinar com o lendário Éder Jofre.

"Assistíamos às lutas juntos e prometi que um dia seria campeão mundial. Infelizmente, ele já morreu, mas estará comigo quando esse momento acontecer", disse.

Cercado por uma equipe que conta com profissionais como nutricionista e até fotógrafa, o jovem tem sua carreira gerenciada pelo pai, Carlos Oliveira, que chegou a ter atritos com Popó durante a organização do combate.

 Na tentativa de popularizar o lutador entre os brasileiros e reforçar sua identidade com o País, o estafe do pugilista procura investir no marketing.

Em 2009, ainda sem lutas no Brasil, o então desconhecido Michael Oliveira foi "apresentado" aos jornalistas em uma entrevista coletiva realizada em São Paulo.

O estafe do lutador contratou uma assessoria de imprensa para divulgar o encontro e, na tentativa de aumentar o apelo do evento, convidou Éder Jofre e Miguel de Oliveira, dois dos maiores nomes do boxe brasileiro, para serem homenageados.

"Entendo que o esporte é entretenimento. Eu, particularmente, não penso muito no marketing, mas tem gente na minha equipe que pensa e, pelo jeito, está fazendo um ótimo trabalho", disse Michael, com a bandeira verde-amarela tatuada no braço esquerdo.

"Eu tenho sangue brasileiro, minha coragem é brasileira e eu luto pelo Brasil. Morar nos Estados Unidos não diminui meu sentimento pelo Brasil", completou.

O simples anúncio da luta diante de Popó garantiu a Michael mais visibilidade diante do público brasileiro do que seus únicos três combates realizados no País.

Desta forma, independentemente do resultado do duelo, o saldo pode ser considerado positivo para o jovem lutador na medida em que ele entrará para a história como último adversário da carreira do tetracampeão mundial.

Questionado se o retorno mercadológico do combate já compensou os R$ 500 mil investidos na bolsa a Popó, Michael desconversou.

"A luta está mesmo tendo muita repercussão. Isso é legal para todos e para o boxe brasileiro também. Nós, que amamos o boxe, precisamos aproveitar o momento. Pensar que a luta só significa para a minha promoção pessoal seria egoísmo e algo menor do que o evento representa", disse.

Com a ambição de repetir Popó e ser campeão mundial, Michael encara a luta deste final de semana como uma "passagem de bastão" e vê um embate da "glória do passado" com a "esperança do futuro", perspectiva rejeitada pelo veterano.

 "Não existe sucessor. Popó, só vai ter um. Pode ter até alguns que tentem imitar, mas não existe sucessor. Só teve um Guga, um Pelé e um Senna", comparou.

Fonte: A Gazeta Esportiva


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Lutador amador de MMA morre após levar chave no pescoço

Foto: Video da Luta/Arquivo Pessoal
Lutador amador de artes marciais mistas (MMA), Dustin Jenson, 26 anos, morreu em um evento não regulamentado do gênero em Dakota do Sul, nos Estados Unidos.
 
Segundo informa o Rapid City Journal, a tragédia ocorreu depois de um combate realizado em 18 de maio no qual ele levou uma chave de perna de Hayden Hensrud.
 
Conforme relatou Violet Schieman, sogra de Jenson, o lutador passava bem e estava "normal" logo após a luta, tendo inclusive permanecido no Rushmore Plaza Civic Center, local das competições, para assistir a outros dois confrontos do card.
 
No entanto, a situação mudou na sequência: quando ele retornou aos vestiários para se alongar, começou a se queixar de algo e de repente sofreu um ataque.
 
Imediatamente, o serviço de ambulância foi chamado ao local, e o atleta amador, levado ao Hospital Regional de Rapid City. Segundo Schieman, Jenson foi hospitalizado em coma induzido para aliviar a pressão em seu cérebro.
 
Uma cirurgia para diminuir o inchaço foi realizada, mas o lutador não mais acordou até sua morte cerebral ser decretada, em 24 de maio.
 
De acordo com o jornal, Jenson participava de sua quinta luta em menos de um ano. O estado de Dakota do Sul não tem uma comissão atlética para regular o que é profissional e o que é amador no que toca o MMA.
 
Os amigos do lutador ainda se organizaram e criaram um site na Internet que aceita doações para ajudar nos custos médicos e do funeral de Dustin, cujos órgãos foram doados.

Segundo o site MMA Fighting, a morte de Jenson é a terceira de um lutador da modalidade nos USA depois de uma competição.

Antes, Michael Kirkham morreu aos 30 anos após a sua estreia como profissional, na Carolina do Sul, em 2010; já Sam Vazquez morreu aos 35 sofrendo uma hemorragia subdural em seu terceiro combate profissional, no Texas.

Fonte: Terra

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Comparado a assassino de John Lennon, Michael ameaça calar Popó

Foto: Léo Pinheiro/Terra
Então com 13 anos, Michael Oliveira acompanhou a vitória de Acelino "Popó" Freitas sobre o argentino Jorge Barrios, um dos combates mais importantes da carreira do tetracampeão mundial, realizado nos Estados Unidos em 2003.

Após vibrar com o nocaute, o garoto, morador de Miami, ainda foi aos vestiários para pedir um autógrafo ao pugilista que resolveu desafiar nove anos depois. Sarcástico, o baiano compara seu rival deste domingo a um famigerado assassino.

"Ele está igual ao fã do John Lennon, que pediu um autógrafo e atirou nele. Naquela época, eu nem me lembro dele, porque era obeso, pesava 111 quilos (Michael começou a treinar boxe para emagrecer)", provocou Popó em entrevista.

"Nem me lembro dele e para mim parece esse fã do John Lennon: diz que idolatra e depois quer bater. Parece que quer repetir a história", completou.

O ex-beatle John Lennon foi assassinado por Mark David Chapman na noite de 8 de dezembro de 1980, aos 40 anos.

Horas antes de atirar contra o músico em frente ao Edifício Dakota, em Nova York, o indivíduo, atualmente em prisão perpétua nos Estados Unidos, ganhou um autógrafo do astro em uma cópia de seu recém-lançado álbum, Double Fantasy.

Aos 22 anos, Michael se diz surpreso com a situação inusitada de enfrentar o antigo astro e admite que, na época do combate diante de Barrios, era apenas mais um admirador do pugilista baino. "Nunca imaginei que isso pudesse acontecer".

"O Popó, para mim, era um ídolo. Vou mostrar a ele que o futuro do nosso esporte no Brasil está em boas mãos", discursou. Os meses que antecederam o confronto foram marcados por uma série de provocações.

Antes mesmo da confirmação do combate, Popó deu a entender que Michael Oliveira já "comprou" adversários para vencer - a luta do jovem contra o dominicano José Soto, realizada em São Paulo no mês de julho de 2011, foi encerrada com um golpe no corpo e causou polêmica.

"Não quero entrar nesses detalhes, mas a gente, que luta boxe, sabe o lado que o adversário deve cair quando toma um determinado golpe".

 "A luta contra o argentino (Abel Adriel) foi bem contestada. Na outra luta que fez (contra Soto), ele deu um golpe que o adversário deveria cair para um lado, mas caiu para o outro. Teve algumas coisas assim", declarou o veterano.

Questionado sobre a insinuação, Michael Oliveira rebateu de forma provocativa. "Vamos ver para que lado o Popó vai cair. Depois, a gente pergunta para o meu próximo adversário se ele caiu para o lado certo", afirmou, procurando evitar maiores polêmicas.

"Sou diferente e não gosto muito de falar. Mas já disse e repito: todo mundo fala o que quer até levar um soco".

Ainda que tenha considerado alguns combates de Michael suspeitos, Popó diz não temer qualquer episódio do gênero neste final de semana, já que a luta será transmitida ao vivo pela televisão.

 Irreverente, o baiano desdenha do apelido de "Brazilian Rocky", adotado pelo jovem em alusão ao ex-boxeador norte-americano Rocky Marciano, campeão dos pesos pesados que encerrou a carreira de forma invicta.

"Isso é coisa de marqueteiro. Ele pode até ser parecido com um marciano, mas está longe do Rocky. Nem tem vale-transporte e já quer sentar na janelinha do ônibus".

"Eu acho que ele está intimidado desde que me desafiou. Apoiou-se nessa coisa de marketing e ficou com esse discurso até agora. Eu não acredito que essa luta vá acabar por pontos. Mas, se acabar, o Michael vai ser bem machucado do ringue", disse Popó.

No início da carreira, Michael era chamado de "Chairman of the Board" (Presidente do Conselho), um dos apelidos do cantor Frank Sinatra, que o jovem resolveu tatuar do lado esquerdo do peito.

No começo de 2011, no entanto, para evitar problemas de direitos autorais com os representantes do artista norte-americano, o estafe do brasileiro resolveu adotar o "Brazilian Rocky", colocado à prova na madrugada de domingo.

O documentário "Para Sempre Popó - A Última Luta do Campeão", publicado no You Tube, mostra a preparação de Acelino Freitas para o combate de despedida diante de Michael Oliveira.

Apesar de sua trajetória ter um enredo parecido com o último filme da saga de Rocky Balboa, o baiano rejeita a comparação.

Ex-campeão do mundo entre os pesados, o personagem de Sylvester Stallone vive esquecido e administra o restaurante italiano com o nome de sua finada mulher, Adrian. Na trama, o atual detentor do título é o jovem Mason Dixon, que não tem a mesma popularidade do "Garanhão Italiano" entre o público.

Diante do marasmo em torno de Dixon e seus adversários, um simulador o coloca frente a frente com Rocky Balboa.

Em meio à grande expectativa criada, o personagem de Stallone aceita o desafio e faz um combate épico com o jovem lutador, do qual sai derrotado, porém ovacionado pelo público.

"É totalmente diferente. Pode até ter comparação, mas não com a idade ou com o que acontece na minha vida. Eu não estou com a mesma idade do Stallone", brincou Popó.

"A minha vida sempre foi uma realidade e mantive a mesma preparação dos grandes campeões", completou o baiano.

Fonte: A Gazeta Esportiva


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7º Congresso Carioca de Educação Física

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Joel decreta fim de Ronaldinho no Flamengo: "não existe mais"

Foto: Flamengo/Promocional
O capítulo da história do Flamengo que tem o meia-atacante Ronaldinho como protagonista teve o fim definitivo para o técnico Joel Santana.
 
Nesta quinta-feira, ele comandou a equipe após a saída do jogador pela primeira vez e conquistou uma vitória por 2 a 0 sobre a seleção do Paiuí, em amistoso realizado em Teresina.
 
Sem mostrar preocupação com o futuro do atleta, o comandante procurou deixar claro que a trajetória do armador no clube já ficou no passado e que a única prioridade é a reestruturação do time que tem em mãos.
 
"Acabou. Não adianta ficar falando de uma coisa que não existe mais. Tem que virar a página. Vamos pensar nos jogadores que estão aqui".
 
"É uma pena, porque a diretoria fez um esforço grande. Não gostaríamos que fosse assim, mas temos que pensar em novos valores. Thomas, Muralha, Luís Antônio. É esse grupo que a gente tem", destacou Joel Santana, em entrevista à Rádio Globo.
 
Embora nunca tenham admitido publicamente, a relação entre Ronaldinho e Joel Santana apresentou certo atrito após a eliminação no Campeonato Carioca e na Copa Libertadores da América deste ano.
 
O treinador temia sofrer uma possível retaliação se cobrasse maior empenho do jogador durante os treinamentos e condicionasse a participação nas partidas ao desempenho nas atividades realizadas na Gávea.
 
No último sábado, Joel Santana perdeu a paciência com a apatia do então camisa 10 e substituiu Ronaldinho pela primeira vez.
 
O atleta nunca havia deixado uma partida desde que chegou ao clube e viu o quarto árbitro indicar a alteração que o tirava de campo para a entrada de Deivid.

A saída de campo determinou o fim das atuações com a camisa do Flamengo e foi marcada por uma sonora vaia dos torcedores que compareceram ao empate por 3 a 3 com o Internacional, no Engenhão.

Ciente de que a pressão sobre os jogadores que permaneceram para defender o time rubro-negro no Brasileiro só tende a aumentar, Joel procurou dar todo o apoio aos comandados e pediu para que a negativa passagem do veterano seja mantida apenas no passado.

"Não pensamos em nada e nem nos falamos. Foram 24 horas na novela Ronaldo. Fui surpreendido de manhã e à tarde. Temos que pensar nos nossos jogadores".

"Não vamos pensar em coisas que não estão fazendo bem. Essa torcida que nos assistiu merece todo nosso respeito. Agora, vamos nos preparar para o jogo contra a Ponte Preta", concluiu.

Fonte: A Gazeta Esportiva

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Ronaldinho quer sequência na carreira e descarta aposentadoria


Foto: Flamengo/Promo
Em entrevista divulgada nesta quinta-feira pela Rede Globo, Ronaldinho descartou se aposentar após rescindir o contrato com o Flamengo horas antes.
 
O ex-camisa 10 do clube rubro-negro admitiu ter vivido "um período curto" no time carioca, mas afirmou preferir "ficar com as coisas boas" da passagem.

"Todos os torcedores do Flamengo sempre me trataram com muito carinho". Ainda em declarações desta quinta-feira, Ronaldinho projetou a sequência da carreira.

 "Agora é pensar, ver qual vai ser o próximo passo para o futuro. Tive que tomar uma decisão agora", afirmou o jogador, ex-Grêmio, Paris Saint-Germain, Barcelona e Milan, descartando aposentadoria.

 "Ainda está longe. Ainda me imagino jogando mais uns anos", completou.

Fonte: Terra

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Ronaldinho prega calma antes de dar próximo passo na carreira

Foto: Arquivo Pessoal
A rescisão contratual de Ronaldinho com o Flamengo já serviu para que as primeiras especulações sobre o seu futuro surgissem nesta quinta-feira.
 
Sem pressa para retornar aos gramados, o meia destacou que adotará uma postura cautelosa para decidir por qual clube atuar no restante do ano e pediu tempo para analisar o que será melhor para sua carreira após o conturbado período no Rio de Janeiro.
 
Antes de ser contratado pelo rubro-negro, Ronaldinho recebeu propostas de Grêmio e Palmeiras para disputar a temporada 2010.
 
O jogador chegou a ser dado como certo no time gaúcho e gerou intensa mobilização em frente ao Olímpico.
 
No entanto, o acerto com os gaúchos não veio e a ira dos torcedores do clube que o revelou para o futebol passou a acompanhar o atleta depois do episódio.
 
Além disso, a forma como o seu irmão e empresário, Roberto Assis, tratou as negociações com Grêmio e Palmeiras deve deixar os times brasileiros com um pé atrás antes de uma possível conversa com o meia.
 
O agente chegou a ser acusado de fazer um leilão com o passe de Ronaldinho e enganar os dirigentes das equipes ao longo da tumultuada transferência para a Gávea.

"Agora é pensar no próximo passo. Eu precisava tomar uma atitude neste momento e ela foi tomada. Eu preciso ter tranquilidade e analisar tudo o que vier para saber como vai ser de agora em diante", declarou Ronaldinho, em entrevista concedida ao canal SporTv.

Mesmo sem definir qual será o seu destino no futebol, o meia já deixou claro que não se aposentará neste momento.
 
Atualmente, o jogador está com 32 anos e projetou um longo período em atividade antes de pendurar as chuteiras.
 
"Acho que eu ainda estou longe de encerrar minha carreira. Eu me vejo jogando bola ainda por um bom tempo e vou ter calma para analisar as próximas propostas", continuou.
 
Apesar de ser criticado por grande parte da torcida flamenguista e ter a sua saída do clube comemorada nas redes sociais, Ronaldinho aproveitou para dizer que não levará nenhuma mágoa dos torcedores cariocas.
 
O armador destacou o tratamento exemplar que recebeu durante toda a sua estadia no Rio de Janeiro e agradeceu mais uma vez a todos que apoiaram a sua permanência no clube carioca durante os quase 17 meses de Flamengo.

"Eu queria agradecer ao torcedor do Flamengo que nunca faltou com respeito comigo e sempre me tratou da melhor forma possível em todos os lugares que eu fui no Rio de Janeiro. Foi um perigo curto, mas feliz".

"Prefiro ficar somente com as coisas boas que o Flamengo me deu", encerrou o jogador, que conquistou apenas o título do Carioca de 2011 pelo clube.

Fonte: A Gazeta Esportiva


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Ronaldinho usa Twitter para se despedir do Fla: "foi uma honra"


 Foto: Maurício Val/Vipcomm/Divulgação
Mesmo criticado por boa parte da torcida flamenguista, o meia-atacante Ronaldinho procurou dar satisfação ao torcedor que ainda o apoiava durante as partidas do time e usou o Twitter para se despedir dos fãs.

Ele disse que defender as cores rubro-negras foi uma honra e procurou agradecer por todo o carinho recebido no período em que esteve no Rio de Janeiro.
 
"Agradeço mais uma vez todo o apoio que recebi desde que cheguei à Gávea e digo, de coração, que jogar pelo Flamengo foi uma honra", publicou o atleta em sua página pessoal no Twitter.
 
Nesta quinta, Ronaldinho encerrou o vínculo pelo Flamengo ao entrar com uma liminar na Justiça para cobrar uma dívida de R$ 40.177.714,00 do clube.

O jogador conseguiu a rescisão imediata do contrato com a equipe e fica livre para negociar com qualquer time nos próximos dias.

Apesar de não constar mais na relação de jogadores no site oficial do clube rubro-negro, Ronaldinho ainda não teve tempo de alterar o plano de fundo do Twitter.

A imagem em questão é uma foto dele durante a apresentação oficial, quando o clube organizou uma grande festa.

Na ocasião, 20 mil pessoas foram até a Gávea para ovacionar o atleta, que se apresentou ao torcedor com a emblemática frase: "Vamos juntos, Nação. Agora eu sou Mengão".

Fonte: A Gazeta Esportiva

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